quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

VIAGEM PELA LITERATURA...ESTAMOS NO NOTICIÁRIO

Atuo como pedagoga em um CMEI de Vitória, lá sou responsável por turmas relacionadas ao tempo chamado creche ainda por muitas pessoas que são crianças na fixa etária de 6 meses até 3 anos. Para além, acompanho pedagogicamente o Tempo Integral, onde desenvolvemos este ano o projeto Chapeuzinho no mundo sustentável, nome dado pelos alunos, este projeto teve como principal objetivo estimular os diferentes usos da literatura e as diversas formas de ler ainda quando não sabemos ler formalmente.
Assim, integramos música e leitura, foi uma longa viagem pelo ano de 2013, muitas musicas, brincadeiras cantadas e por fim, o musical o Rap da Chapeuzinho que, emocionou, contagiou e fez muito adulto mexer e remexer o "esqueleto". Lindo e descontraído, os alunos arrasavam a cada apresentação. Uma parte da culminância do  projeto foi a apresentação no Theatro Carlos Gomes- Centro de Vitória, por motivo do encerramento do projeto municipal Viagem Pela Literatura, que aconteceu na ultima 3ª feira (10/12). Para que conheçam nossos artistas abaixo esta uma foto feita no Theatro e para maiores informações segue o link da reportagem:
 http://vitoria.es.gov.br/secom.php?pagina=noticias&idNoticia=13139







domingo, 1 de dezembro de 2013

O que mais podemos encontrar...

Algumas indicações sobre videos com audiodescrição você encontra no youtube.

http://www.youtube.com/watch?v=JIgn1Qd0NJA

http://www.youtube.com/watch?v=RSp_EI1TQTA


Apreciem.
Abraços

Turma da Monica em Boas Maneiras...audiodescrição

Este video sobre boas maneiras é de cunho  pedagógico e nos auxiliará no trabalho, caso tenhamos um aluno com DV, porém, pela temática, ajudará a todos os alunos independente de ter ou não alguma deficiência.

 


sábado, 30 de novembro de 2013

AUDIODESCRIÇÃO

A cada leitura e pesquisa fico surpreendida com o que podemos fazer para praticar a inclusão do DV.
São muitas buscas para que estes sintam-se inclusos nesta sociedade e, o filme com audiodescrição vem aparar algumas arestas do ser sendo DV.

Vejam o link abaixo:
Voces irao gostar.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ainda sobre audiodescrição...

É muito importante para nós professores estarmos informados sobre a audiodescrição, seus objetivos e função na sociedade atual que se quer inclusiva. A audiodescrição é algo que vem somar no âmbito da escola, do processo de alfabetização e, podemos dizer que, não somente ao aluno com deficiência, mas, a todos os sujeitos de/para aprendizagem.

Acessem  http://www.vercompalavras.com.br/pdf/artigo-ciranda-da-inclusao.pdf e leiam o que diz Lívia Maria Villela de Mello Mottaé doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC de São Paulo, e atua tanto na área de formação de professores para a escola inclusiva, como na área de inclusão cultural das pessoas com deficiência visual, com foco na formação de audiodescritores para teatro, cinema, TV e outros espetáculos, eventos sociais e pedagógicos.

E-mail: lívia@terra.com.br


Sucesso a todos!.

Descrição e Audiodescrição

Estudando sobre Deficiência Visual e, como, em breve estudaremos sobre deficiência auditiva, partimos em direção há muitos outros/novos saberes, como por exemplo, a Descrição e Audiodescrição.

 http://www.midiace.com.br/index.php?conteudo=videos


Eu considero importante sabermos como é concretizado a audiodescrição. A caminho da inclusão social.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Trabalho em equipe. O que é e o que significa?


Na escola o trabalho deve ser em equipe e não Euquipe como vemos na atualidade...

APRENDER A APRENDER....


O ato de aprender muitas vezes é doloroso...perturbador, desafiador, mas, se assim não for, esta não ocorrerá.

O ignorante assume o papel de principiante e se vê como responsável pelo seu desenvolvimento. O aprendizado não é algo que “os outros lhe dão”, ou seja, você deve ser o protagonista desse processo. Lembre-se: você é que tem que tomar a iniciativa de querer aprender!

Na minha escola todo mundo é igual (?)


Este livro, favorece uma reflexão junto aos alunos sobre a condição humana que é constituída no contexto da escola real. Nós, professores, precisamos ter consciência do que falamos, fazemos, do como agimos diante de cada sujeito que agrega suas características sociais, culturais, afetivas...na escola em que atuamos.
Quem somos? o que significa esta diante deste outro histórico e culturalmente formado para as relaçõe humanas?

Vamos refletir???

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Estudando Deficiência Intelectual...via caso Alice

Então segue...

O que é DI?

Segundo a Apae de São Paulo,  Deficiência Intelectual, segundo a Associação Americana sobre Deficiência Intelectual do Desenvolvimento AAIDD, caracteriza-se por um funcionamento intelectual inferior à média (QI), associado a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades (comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho), que ocorrem antes dos 18 anos de idade.
No dia a dia, isso significa que a pessoa com Deficiência Intelectual tem dificuldade para aprender, entender e realizar atividades comuns para as outras pessoas. Muitas vezes, essa pessoa se comporta como se tivesse menos idade do que realmente tem.
A Deficiência Intelectual é resultado, quase sempre, de uma alteração no desempenho cerebral, provocada por fatores genéticos, distúrbios na gestação, problemas no parto ou na vida após o nascimento. Um dos maiores desafios enfrentados pelos pesquisadores da área é que em grande parte dos casos estudados essa alteração não tem uma causa conhecida ou identificada. Muitas vezes não se chega a estabelecer claramente a origem da deficiência.
 
Deficiência Intelectual x Doença Mental
Muita gente confunde Deficiência Intelectual e doença mental, mas é importante esclarecer que são duas coisas bem diferentes.
Na Deficiência Intelectual a pessoa apresenta um atraso no seu desenvolvimento, dificuldades para aprender e realizar tarefas do dia a dia e interagir com o meio em que vive. Ou seja, existe um comprometimento cognitivo, que acontece antes dos 18 anos, e que prejudica suas habilidades adaptativas.
Já a doença mental engloba uma série de condições que causam alteração de humor e comportamento e podem afetar o desempenho da pessoa na sociedade. Essas alterações acontecem na mente da pessoa e causam uma alteração na sua percepção da realidade. Em resumo, é uma doença psiquiátrica, que deve ser tratada por um psiquiatra, com uso de medicamentos específicos para cada situação.
 
 
 
 
Família, escola e trabalho
 
O relacionamento com a família é fundamental para o desenvolvimento de qualquer criança, mas no caso da deficiência intelectual essa convivência pode ser prejudicada pela falta de orientação.  Por isso, as instituições costumam fazer trabalhos no sentido de que a família seja a base a partir da qual o jovem possa desenvolver todo o seu potencial sem ser visto como uma vítima.
Uma grande dúvida para todas as pessoas que têm filhos com esse tipo de limitação é a escolha da instituição de ensino. A escola regular é a melhor opção, já que as especiais muitas vezes têm níveis de exigência muito baixos, o que pode impedir o aluno de desenvolver melhor sua inteligência.
Para que a experiência em uma escola regular seja a melhor possível, é necessário que a instituição esteja disposta a se adaptar em alguns pontos. Os conteúdos também devem ser flexibilizados. Em um processo de alfabetização, por exemplo, as letras devem possíveis de manusear, e o professor pode trabalhar com jogos que estimulem o aluno a escrever o próprio nome. Também deve disponibilizar de um professor especialista na área e do cuidador no caso de uma aluno dependente  e estagiário para o acompanhamento pedagógico no contexto de sala regular.
Depois da escola, outro lugar onde a inclusão é possível, desde que com orientação, é o mercado de trabalho.  É importante que o emprego seja acompanhado por uma instituição especializada, que possa assessorar a empresa em questões que surgem no dia a dia, como problemas de comunicação entre a pessoa com deficiência e os demais funcionários.
 
 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

O que propor para um aluno com DI

Alunos com deficiência intelectual precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, lousa, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 
 

O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo. 

 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Giramundo, teatro de bonecos


Domingo (15/09) assisti um lindo espetáculo- Teatro de bonecos com o grupo Giramundo- . O tema foi Carnaval dos Animais. Na historia voltada para o publico infantil, trazia o contexto de que lá na floresta haveria um baile de carnaval para os bichos, mas, somente aqueles de boca pequena...todos receberam convite, exceto o jacaré. Hum, então já podem imaginar o que ele tentou fazer...participar da festança pegando o convite de outro animal...logo tentou pegar das galinhas, depois das tartarugas, mas, seu objetivo não foi alcançado.
Porém, o hipopótamo participou, pois ganhou o convite...ficou a pergunta no ar:
-Como se o hipopótamo tem a boca grande?
A plateia, repleta de crianças logo se expressou:
_ Isso não é certo!!
- É assim pai, o que pode para um, tem que poder para o outro.

Depois de terminar o momento do teatro, sai pela praça caminhando e parei em uma barraca...uma criança de aproximadamente 4 ou 5 anos, dizia:
- Mãe, não é que tem que ter inclusão?
- É filho. O jacaré ficou de fora...pena. Disse a mãe.
- Mas não pode, todas as pessoas é do seu jeito, a gente não pode ficar triste por causa disso.Dizia o menino.


Será que temos a chance de, no futuro, vermos pessoas mais justas e com atitudes inclusivas? 
 

Este filme MEU NOME É RADIO, me faz refletir sobre o momento em que vivemos na sociedade contemporânea. Vê-se pelas imagens e trajes que foi gravado há algum tempo atrás, mas, é totalmente o retrato da atualidade, desvelando possibilidade de trabalho inclusivo, porém, com muita persistência devido ao contexto, a fragmentação, o descaso com o humano, individualidade.
 
Basta crer. Não é necessário saber trabalhar ou ter estudado para tal atuação. É preciso exercitar, diariamente, a tarefa de colocar-se no lugar do outro. Exercício este não é apreendido em nenhum curso de graduação, especialização ou doutorado.

Vamos lá praticar a boa ação de SER HUMANO.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Diolira me fez buscar este clipe lá nos meus arquivos formativos ...de uma época em que trabalhei na Ufes, especificamente no curso de Educação Física.

sábado, 7 de setembro de 2013

Professor David Rodrigues do Instituto Piaget na Ufes

O professor português David António Rodrigues, do Instituto Piaget  – Campus Universitário de Almada (Portugal), esteve na Ufes entre os dias 27 de agosto e 5 de setembro para participar do seminário “Práticas educativas e formação de professores na perspectiva da educação inclusiva no Brasil e em Portugal”, no Centro de Educação. A iniciativa faz parte do projeto de cooperação internacional entre a Ufes e o Instituto Piaget.
Acesso:
 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA

Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.
É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995)
  • Recursos
    Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.
  • Serviços
    São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos.
  • Podemos trazer como um exemplo a (CA) Comunicação Alternativa. Que destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever.
    A CA pode acontecer sem auxílios externos e, neste caso, ela valoriza a expressão do sujeito, a partir de outros canais de comunicação diferentes da fala: gestos, sons, expressões faciais e corporais podem ser utilizados e identificados socialmente para manifestar desejos, necessidades, opiniões, posicionamentos, tais como: sim, não, olá, tchau, banheiro, estou bem, sinto dor, quero (determinada coisa para a qual estou apontando), estou com fome e outros conteúdos de comunicação necessários no cotidiano.
    Com o objetivo de ampliar ainda mais o repertório comunicativo que envolve habilidades de expressão e compreensão, são organizados e construídos auxílios externos como cartões de comunicação, pranchas de comunicação, pranchas alfabéticas e de palavras, vocalizadores ou o próprio computador que, por meio de software específico, pode tornar-se uma ferramenta poderosa de voz e comunicação. Os recursos de comunicação de cada pessoa são construídos de forma totalmente personalizada e levam em consideração várias características que atendem às necessidades deste usuário.
     
     
    O termo Comunicação Aumentativa e Alternativa foi traduzido do inglês Augmentative and Alternative Communication - AAC. Além do termo resumido "Comunicação Alternativa", no Brasil encontramos também as terminologias "Comunicação Ampliada e Alternativa - CAA" e "Comunicação Suplementar e Alternativa - CSA".
                                                     CARTÕES DE COMUNICAÇÃO
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                                PRANCHA DE COMUNICAÇÃO COM SIMBOLOS E IMAGENS
     
    Alguns clipes sobre TA
     
     
     
     
     
     
     
     

    terça-feira, 2 de julho de 2013

    Reflexão sobre o papel do professor de AEE

    De acordo com a Politica Nacional de Educação Especial na perspectiva Inclusiva (2009) é papel do professor de AEE que atua na SRM identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo, ainda complementar e/ou suplementar os conteúdos do ensino regular. Este trabalho deve estar  articulado com as ações do professor da sala regular, pedagogo, aluno, família e os demais aparelhos municipais. Esta organização deverá contribuir para  o melhor desempenho do aluno com NEE para aprendizagem e autonomia, não somente intra escola, mas, extra escola na sua vida social e familiar.  Todo esse trabalho deverá colaborar no processo formativo dos professores que atuam naquele espaço escolar. Devemos ter como objetivo o poder do diálogo, não somente para com os alunos, mas entre os pares adultos (profissionais que atuam na escola), trilhando o percurso da partilha de saberes fazeres. É preciso ter em mente que eu objetivo de toda ação voltada para inclusão é o de  qualificar a prática pedagógica para todos.
    A proposta de se realizar estudo de caso, tendo como premissa o Caso Roberto nos permitiu uma aprendizagem por desafios, ou seja, provocou a reflexão e o desequilíbrio, logo o equilíbrio e o desejo de realizar outros. Sabemos que no cotidiano (que nos engole) é uma metodologia complexa, ainda mais por envolver outras pareceria, porém, de grande importância. Podemos afirmar que nos levou a refletir sobre outros/novas possibilidades possíveis de serem almejadas para um determinado sujeito aluno e que este alcance sucesso em sua vida. È válido ressaltar o quanto a escola não nos permite um caminhar com tamanha qualificação, pois, o numero de alunos nos emerge no cotidiano de ações práticas e emergenciais, o que não permite um estudo de caso detalhado e descrito de forma a acompanhar e esclarecer situações pertinentes ao processo das aprendizagens. Porém, fica a certeza de que, é de grande  importância o estudo de caso, que nos impulsiona para o plano de AEE, como forma de garantir a constituição de uma ação educacional, tanto para o professor do AEE, para o regente, pedagogos e coordenadores, que juntos irão debruçar sobre os objetivos, a metodologia e os recursos humanos e materiais, como a (re)avaliação  assegurando ações necessárias para o desenvolvimento da aprendizagem e atendimento às necessidades especificas do aluno em questão.

    quinta-feira, 13 de junho de 2013

    Alunos do projeto Pé de Moleque participam de Festival de Ginástica no Tancredão

    Um torneio de ginástica artística e rítmica vai movimentar o Ginásio Tancredão nestes sábado (15) e domingo (16), a partir das 9 horas. Cerca de 215 crianças matriculadas na rede municipal de ensino que frequentam o Polo Pé de Moleque vão se apresentar durante três eventos promovidos pela Federação de Ginástica do Espírito Santo. Crianças, adolescentes e jovens das escolinhas e projetos da Grande Vitória e do interior vão participar.
    A entrada é franca. Neste sábado, a disputa prossegue até as 17 horas. Já neste domingo, a partir das 9 horas, acontecerá apenas o torneio avançado com as devidas premiações. A finalidade do festival é demonstrar os trabalhos que estão em andamento no Estado nessas modalidades. 

    Fórum vai discutir políticas públicas de promoção da igualdade racial

    Com o objetivo de propor um conjunto de recomendações para o enfrentamento ao racismo por parte do poder público municipal, a Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos (Semcid), por meio da Gerência de Políticas de Gênero e Igualdade Racial, realizará, no dia 3 de julho, no Museu Capixaba do Negro (Mucane), no Centro, o I Fórum de Promoção da Igualdade Racial. O evento começará às 18 horas e é aberto ao público.

    o fórum vai contribuir com a qualificação das temáticas que serão abordadas na III Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial, que será realizada nos dias 19 e 20 de julho, no auditório da Semcid. 

    Exposição sobre Villa-Lobos será aberta sexta no Armazém 5 do Porto de Vitória


    A exposição "Viva Villa! Pelo Brasil", sobre a vida e obra do compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos, chega a Vitória nesta sexta-feira (14). A mostra, que viaja o país, será montada no Armazém 5 do Porto de Vitória e permanecerá aberta à visitação gratuita até o dia 7 de julho.
    Por meio de imagens, textos, vídeos e muita música, a exposição conta a trajetória de Villa-Lobos, considerado um dos maiores compositores das Américas. "Viva Villa! Pelo Brasil" é a maior mostra já realizada sobre a vida e obra do maestro. O objetivo é aproximar o espectador da obra do compositor, que permanece viva no repertório internacional, e refletir sobre as fronteiras entre a música popular e a erudita.

    Estarão expostos painéis de textos e imagens ilustrativas, cartazes, pinturas, capas de discos, partituras, instrumentos musicais e objetos pessoais de Villa-Lobos. Em todo o percurso, há o registro musical de suas composições.
    Em outra parte da exposição, um trem cenográfico – o Trenzinho Caipira – levará os visitantes a percorrer os caminhos que a música de Heitor Villa-Lobos trilhou até ele ser reconhecido como o "Compositor das Américas".
    No "Vagão do Sertão", estão ambientadas imagens do sertão brasileiro e de filmes do cinema novo, como “Menino do Engenho” e “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, com composições de Villa-Lobos, e que serão projetadas pelas janelas do trem. O "Vagão Paris", de inspiração art-noveau, apresentará imagens projetadas dos locais onde o maestro se hospedava, como no Hotel Bedford.

    Já no "Vagão Amazônia/Brasil", na chamada "classe econômica", o público verá os rituais indígenas com as músicas inspiradas nos sons da floresta. Na "primeira classe", estão imagens do anos 1930/40 e dos concertos orfeônicos que o maestro fez pelo país. Nas janelas do "Vagão das Américas", o clima é de cinema, com fotos de Villa Lobos com celebridades e junto a fotos de filmes da época.

    domingo, 9 de junho de 2013

    EDITAL PARA CONTRATAÇÃO EM VITÓRIA- ES

    PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL N.º 005/2013 

    Este certame trata da contratação por tempo determinado destinado a atender as demandas da Educação Especial nas Áreas: Mental, Surdez, Visual, Orientação e Mobilidade, Altas Habilidades ou Superdotação, cujas atribuições são todas previstas na Resolução nº 04/09 CNE/CEB  (  http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf ) e políticas da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva elaboradas por esta Secretaria. Os candidatos que requererem inscrição deverão estar cientes do requisito fundamental para o desempenho da função pleiteada:
     -DISPONIBILIDADE PARA ATUAR EM UNIDADES DE ENSINO ALTERNADAS. 


    Acessem meu facebook lá vocês poderão assistir um vídeo sobre autismo.


    www.facebook.com/sulamarsnaider.loreto/

    Boa semana a todos!
    Sula

    terça-feira, 4 de junho de 2013

    Nota Técnica 19/2010 – MEC/SEESP/GAB Data: 08 de setembro de 2010

    Profissionais de apoio para alunos com deficiência e TGD matriculados nas escolas comuns (Nota Técnica 19/2010 – MEC/SEESP/GAB )

    Nota Técnica 19/2010 – MEC/SEESP/GAB
    Data: 08 de setembro de 2010
    Assunto: Profissionais de apoio para alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento matriculados nas escolas comuns da rede pública de ensino
    As escolas de educação regular, pública e privada, devem assegurar as condições necessárias para o pleno acesso, participação e aprendizagem dos estudantes com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento, em todas as atividades desenvolvidas no contexto escolar. Dessa forma, devem ser observados os seguintes marcos legais, políticos e pedagógicos:
    • A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva define a Educação Especial como modalidade transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, que realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza recursos e serviços e orienta sua utilização no ensino regular.
    • A Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (ONU,2006), incorporada a Constituição Federal por meio do Decreto nº 6.949/2009, que assegura as pessoas com deficiência o direito de acesso a um sistema educacional inclusivo em todos os níveis.
    • O Decreto nº. 6.571/2008, que institui o duplo financiamento no âmbito do FUNDEB para os alunos público alvo da educação especial da rede pública de ensino, matriculados no ensino regular e no atendimento educacional especializado –AEE não substitutivo a escolarização.
    • A Resolução CNE/CEB nº. 04/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, orientando no seu art. 10º, inciso VI, que o projeto pedagógico da escola regular deve prever na sua organização, dentre outros, profissionais de apoio, como tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais, guia-intérprete e outros para atuar em atividades de alimentação, higiene e locomoção;
    •  A Resolução CNE/CEB nº. 04/2010, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, dispondo sobre a organização da educação especial como parte integrante do projeto pedagógico da escola regular.
    Dentre os serviços da educação especial que os sistemas de ensino devem prover estão os profissionais de apoio, tais como aqueles necessários para promoção da acessibilidade e para atendimento a necessidades específicas dos estudantes no âmbito da acessibilidade às comunicações e da atenção aos cuidados pessoais de alimentação, higiene e locomoção. Na organização e ofertadesses serviços devem ser considerados os seguintes aspectos:
    • As atividades de profissional tradutor e intérprete de Libras e de guia-inetérprete para alunos surdocegos seguem regulamentação própria, devendo ser orientada sua atuação na escola pela educação especial, em articulação com o ensino comum.
    • Os profissionais de apoio às atividades de locomoção, higiene, alimentação, prestam auxílio individualizado aos estudantes que não realizam essas atividades com independência. Esse apoio ocorre conforme as especificidades apresentadas pelo estudante, relacionadas à sua condição de funcionalidade e não à condição de deficiência.
    • A demanda de um profissional de apoio se justifica quando a necessidade específica do estudante público alvo da educação especial não for atendida no contexto geral dos cuidados disponibilizados aos demais estudantes.
    • Em caso de educando que requer um profissional “acompanhante” em razão de histórico segregado, cabe à escola favorecer o desenvolvimento dos processos pessoais e sociais para a autonomia, avaliando juntamente com a família a possibilidade gradativa de retirar esse profissional.
    • Não é atribuição do profissional de apoio desenvolver atividades educacionais diferenciadas, ao aluno público alvo da educação especial, e nem responsabilizar-se pelo ensino deste aluno.
    • O profissional de apoio deve atuar de forma articulada com os professores do aluno público alvo da educação especial, da sala de aula comum, da sala de recursos multifuncionais, entre outros profissionais no contexto da escola.
    • Os demais profissionais de apoio que atuam no âmbito geral da escola, como auxiliar na educação infantil, nas atividades de pátio, na segurança, na alimentação, entre outras atividades, devem ser orientados quanto à observação para colaborar com relação no atendimento às necessidades educacionais específicas dos estudantes.
    De acordo com a concepção de diferenciação positiva, o projeto político pedagógico da escola deve fundamentar a organização dos serviços de apoio no ensino regular, observando que:
    • Atualmente a concepção de deficiência não é associada à condição de doença, carência ou invalidez, que pressupõe a necessidade de cuidados clínicos, assistênciais ou de serviços especializados, em todas as atividades.
    • Todos os estudantes precisam ter oportunidade de desenvolvimento pessoal e social, que considere suas potencialidades, bem como não restrinja sua participação em determinados ambientes e atividades com base na deficiência.
    • Ë fundamental reconhecer o significado da inclusão para que as pessoas público alvo da educação especial tenham assegurado seu direito a plena participação no ambientes comuns de aprendizagem e na comunidade com as demais pessoas, construindo as possibilidades de sua participação na escola e no trabalho.
    • Uma sociedade inclusiva supera o modelo educacional calcado em processos terapêuticos, onde atividades comuns como brincar, dançar, praticar esporte e outras são implementadas por profissionais especializados em um tipo de deficiência, geralmente em espaços segregados, que desvincula tais pessoas do seu contexto histórico e social.
    A educação inclusiva requer uma redefinição conceitual e organizacional das políticas educacionais. Nesta perspectiva, o financiamento dos serviços de apoio aos alunos público alvo da educação especial devem integrar os custos gerais com o desenvolvimento do ensino, sendo disponibilizados em qualquer nível, etapa ou modalidade de ensino, no âmbito da educação pública ou privada.  Ressalta-se que os estabelecimentos de ensino deverão ofertar os recursos específicos necessários para garantir a igualdade de condições no processo educacional, cabendo-lhes a responsabilidade pelo provimento dos profissionais de apoio. Portanto esta obrigação não deverá ser transferida às famílias dos estudantes público alvo da educação especial, por meio da cobrança de taxas ou qualquer outra forma de repasse desta atribuição.