Este filme MEU NOME É RADIO, me faz refletir sobre o momento em que vivemos na sociedade contemporânea. Vê-se pelas imagens e trajes que foi gravado há algum tempo atrás, mas, é totalmente o retrato da atualidade, desvelando possibilidade de trabalho inclusivo, porém, com muita persistência devido ao contexto, a fragmentação, o descaso com o humano, individualidade.
Basta crer. Não é necessário saber trabalhar ou ter estudado para tal atuação. É preciso exercitar, diariamente, a tarefa de colocar-se no lugar do outro. Exercício este não é apreendido em nenhum curso de graduação, especialização ou doutorado.
Vamos lá praticar a boa ação de SER HUMANO.
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